Atravessei a ponte em frente ao meu apê (a tal Jannowitzbrücke, que dá nome ao metrô aqui do lado) e vi onde fica a Embaixada Brasileira em Berlim, na área do Märkisches Museum -- aliás, ela fica ao lado da Embaixada Chinesa! É um prédio moderno, com colunas estilo metálico e brises coloridos. Achei que faz jus ao modernismo brasiliense.
De lá saí e entrei na parte sul da ilha do Spree (o rio que corta Berlim), onde fica também, mais ao norte, aquela área de museus conhecida como Museum Insel. De lá cheguei a uma área que não havia conhecido na minha primeira vez na cidade: o Nikolaiviertel, um quarteirão com ares medievais. OK, o Lonely Planet diz que é tudo fake, foi construiído nos anos 80 pelo governo comunista para celebrar os 750 anos de Berlim. Mas é uma graça entrar naquele local, no meio do caos urbano, e ter a impressão de estar numa dessas cidadezinhas medievais do interior da Alemanha.
Depois passei pelo Gerndarmenmarkt, uma outra área que não havia visitado ainda. É uma praça imponente, com duas igrejas quase iguais, uma de cada lado, e uma sala de concertos no meio. Em volta, é a nova área glam de Berlim, com aquelas butiques básicas tipo Louis Vuitton, Gucci et al, além de hotéis e restaurantes bacanudos. Quem sabe com a visita de um de vocês eu não me animo a fazer um momento Mastercard num deles -- tipo o Vau (http://www.vau-berlin.de)?
Infelizmente como a luz não estava favorecendo, não tirei fotos. Mas prometo voltar depois com dia azul e fazer algumas fotos para colocar aqui.
A parte ruim do passeio: parei numa loja grande de livros e CD daqui, para procurar um presentinho para a Julia, como forma de agradecer as gentilezas que ela me fez. Acabei comprando um CD da Céu, como o que minha irmã me deu antes de vir, que é ótimo e é tipicamente brasileiro, sem apelar pro sambão. Havia prendido a bicicleta num daqueles canos próprios para isso; na saída, vi que um imbecil havia colocado a bicicleta dele do outro lado e prendido a minha junto no cadeado dele. Que ódio! Esperei cinco minutos, resolvi desencanar e ir jantar em algum lugar perto. Na volta o energúmeno já tinha saído. Mas se eu estivesse com papel e caneta ali teria deixado um bilhetinho bem desaforado para ele, ah se tinha!
Irmão, adorei ser citada! kkk! Ótima escolhe de presente! Beijos!
ResponderExcluirVamos fazer um momento Mastercard International!
ResponderExcluirAbalou no impulso passivo-agressivo!
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